Percorro suas costas como quem lê um poema com os lábios, onde cada curva é uma estrofe e cada suspiro, um verso.
Sinto seu corpo se entregar aos poucos, em um arrepio que percorre você como um rio que se rende à lembrança do que somos.
Teu corpo me fala, e eu o ouço em silêncio.
É ali, entre o toque e o calor da pele, que sua entrega floresce e nosso desejo se transforma em...
reencontro.